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Divinópolis, Minas Gerais, Brazil
Angelita Pimenta,Pedagoga, Bióloga, Professora de Ciências. Ulisses A. Natividade, Pedagogo, Biólogo,Professor de Ciências, Biologia e Física.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Fique atento!

Está chegando a Rio +20. Entre os dias 13 e 22 de junho.

Para a maioria dos alunos este evento é só mais um evento, contudo trata-se da sequencia da ECO 92, um encontro de autoridades que discutiram sobre os rumos da humanidade e o meio em que vivem vinte anos atrás.
Hoje nós vivemos sobre uma nova visão e novas descobertas foram feitas, vamos ver e entender o que se propõem nesta nova conferência.
Acessem o link: http://www.rio20.gov.br/

sábado, 19 de maio de 2012

Efeito estufa não existe ?


Ulisses como já tinha te falado na aula. Esse cara disse que não existe camada de ozônio e nem aquecimento global. Esta aí, gostaria que você comentasse esse vídeo !!! Alef César – 2C ROCA. 




Antes de comentar este vídeo gostaria de debater com alunos e colegas professores cada comentário - muitos incompletos - feitos pelo prof. Ricardo Augusto. Durante toda a semana estarei recebendo e avaliando os comentários de nossos alunos. Participem!

Fórum aberto!

Creio que todos concordam que este homem esta errado.O efeito estufa existe sim, mas nao é somente uma coisa ruim, pelo contrario que todos pensam, o efeito estufa ja ajudou em alguns aspectos.O aquecimento da Terra também não fica sem efeito sobre a flora e a fauna. Na Antártida estão sendo vistas atualmente espécies de plantas que não existiam há dez ou quinze anos,efeito do aumento de 15 graus na temperatura do continente ao longo dos últimos 40 anos.Os mais avançados modelos matemáticos indicam que a temperatura média da Terra deverá aumentar em 2°C para uma duplicação da concentração de dióxido de carbono a partir do nível de 270 ppm.Agora depois destes fatos comprovador por cientistas, como podem discordar da existencia do efeito estufa. Rodrigo 1º E.M.


Na minha opniao o professor Ricardo Augusto contem argumentos corretos e falsos.Primeiramente dizer que, o que o professor Ricardo está fazendo, é justamente contradizer o discurso hegemônico com rigor científico.E eu concordo porque na natureza um evento não pode ser analisado num curto espaço de tempo, os eventos geológicos são cíclicos e as transformações se passam em milhões de anos.Em nome desta questao ambiental a industria verde tem faturado milhoes,devemos preservar e cuidar sim, mas puramente por uma questão racional de cuidar do que é nosso.O argumento que nao concordo e que mesmo em termos de precipitação isto não ocorreria, pois grande parte da precipitação na Amazônia é convectiva, e se eliminada a retenção de umidade que a floresta propicia este tipo de regime seria fortemente alterado, ficaríamos principalmente com precipitações regidas por monções que variam extremamente durante o ano.Gustavo santos 2°C/ E.M. 


Concordo com ele. Não existe nenhuma comprovação do aquecimento global, é apenas uma hipótese! Além disso, acredito que a Terra passa naturalmente por uma fase de glaciação e uma de aquecimento. Maria Caroline 1º B ROCA


Discordo com os argumentos do prof. Ricardo Augusto, como pode negar algo que os cientistas vem passando a anos, como pode contradizer um fato cientifico explicado e passado para todo o mundo? Pra que então toda essa preocupação com os problemas relacionados com o efeito estufa e a camada de ozônio se eles nem existem? Thales Almada 2º EM Uno Vértice


O efeito estufa é natural do planeta Terra. Consiste na retençao da radiaçao infra vermelho na baixas camadas da atmosfera,portanto discordo do professor Ricardo Augusto. Este fenômeno traz consequencias como o aumento da temperatura global derretendo assim as geleiras e causando a elevaçao do nivel do mar. Ana Paula - 2°C


O efeito estufa existe porque ele é um fenomeno natural e é responsável pela existencia da vida na Terra. No entando a dispersão de gases toxicos para a atmosfera por industrias e veiculos são os principais fatores do aumento de gás carbono na atmosfera, o que levaria a um maior aumento da temperatura que causará o derretimento de icebergs e geleiras, mudando assim a pluviosidade tendo como consequencia a elevação do nível do mar. Isso foi retirado de uma pesquisa promovida pela ONU, e a sua primeira conclusão foi que a temperatura média da Terra estaria se elevando, não só num local, mas também em todo o planeta, contrariando a opinião do geólogo Ricardo Augusto. Laila Brum - 2°C


O efeito estufa existe sim,pois se a Terra não estivesse envolta numa espécie de manto de ar que a mantém aquecida, seria fria demais para a vida humana. A atmosfera terrestre proporciona esse aquecimento porque contém pequenas quantidades de dióxido de carbono, metano, óxido nitroso e outros gases. Os quais contribuem para a retenção do calor, através de um processo vital chamado efeito estufa. O efeito estufa ocorre quando a luz solar atravessa a atmosfera e alcança a superfície terrestre, parte da luz é refletida e parte é absorvida. A luz absorvida aquece a superfície da Terra. A superfície aquecida emite radiação infra-vermelha e retorna a atmosfera onde é absorvida pelos gases do efeito estufa. Esses gases ajudam a regular a temperatura do planeta. Devido a combustão de grandes quantidades de carvão e outros compostos, está ocorrendo um descontrolamento nesse processo, é o conhecido aquecimento global.Gabriel 1º E.M.


O assunto comentado pelo professor Ricardo Augusto é um assunto polêmico,mas ele apresenta otimos argumentos,então não se pode afirmar se o professor está certo ou errado,depende apenas de um fato temporal. Raphael Esteves 1º E.M Uno Vértice.


É muito fácil negar todos os argumentos anteriores dados por climatologistas por meio de pequenos comentários, como os feitos pelo professor da USP Ricardo Auugsto. Algumas citações ditas por ele me chamaram mais atenção: " O efeito estufa é a maior falácea científica que existe na história" e " não existe camada de ozônio". Ao dizer isto, o professor se posiciona contra e não aceita todas as pesquisas anteriores que apresentam fatos para a comprovação de tais fenômenos atmosféricos. Acredito que muitas pesquisas científicas não iriam ser publicadas se não tivessem o mínimo embasamento científico. Por isso, sou contra o argumento de Ricardo de que o efeito estufa, o aquecimento global, a camada de ozônio e a destruição desta por meio de CFC's e HCFC's não são verdadeiros e não foram comprovados cientificamente. Porém, é fato que o interesse financeiro pode influenciar na divulgação das pesquisas científicas, como no caso dos CFC's. Por este ponto concordo plenamente com Ricardo. Jonas - 2B.


O que o prof.ricardo algusto disse,na minha opinião é algo muito errado e falso.porque ele está querendo negar algo que a anos os cientistas tem explicado para todo mundo,e ao mesmo tempo muita gente está se preocupando com esse fato?se for assin então pode esquecer os gases na camada de ozonio LUIZ 2-E.M. UNO VÉRTICE.


Na minha opinião o Professor não está totalmente certo. O efeito estufa mantém a terra numa temperatura para a vida que nela existe. Logo o efeito estufa está presente na terra. O aumento da concentração de CO2 realmente pode junto com outros gases provocar um aumento desta temperatura média. Fabiano 1ºB ROCA.


Concordo com muitas falas dele. Porém ele é muito radicalista e, em certas partes, ele faz comentários equivocados, como dizer que o efeito estufa não existe. Concordo também que o “aquecimento global” é um negócio extremamente lucrativo para as empresas que se dizem ‘sustentáveis’. Foi bom ele ter deixado claro que não estava fazendo apologia nenhuma à destruição da Amazônia, pois devemos lembrar que ela, apesar de não ser o pulmão do mundo, para a surpresa do “intelectual” do Jô (desde a 5ª série sabemos disso), pode trazer muitos benefícios a nossa economia, com o turismo. Além disso, a indústria cinematográfica lucra muito com essas falsas hipóteses, influenciando ainda mais as pessoas a acreditar nelas. Devemos sempre pesquisar sobre o que vemos na TV, para não sermos controlados pela mídia, não é mesmo Ulisses? Thyago Henrique - 1°B - Roca.


Discordo com o professor em vários aspectos. Acredito sim que existe o efeito estufa, tanto o natural quanto o causado pelo homem, caso contrário a Terra não se manteria aquecida.O aumento do nível do mar e o derretimento das geleiras é um fato real que já foi comprovado. Há pouco tempo atrás, o Fantástico fez uma reportagem abordando esse assunto. O desmatamento é responsável por emissão de gases que contribuem para o efeito estufa. No Brasil, 75% da emissão de gases poluentes são derivados do desmatamento. Como então o desmatamento não influencia no efeito estufa? Segundo o professor também, não existe camada de ozônio. Então quem exerce a função de filtrar a radiação solar que provoca riscos como a diminuição da velocidade de fotossíntese das plantas, além de trazer grandes danos à saúde humana e também riscos de doenças, tais como: câncer de pele e perturbações da visão ? As afirmações dele, na minha opinião, são falsas. Isabela Menezes 1 ano B ROCA.


Concordo com o professor, mas acho que mesmo assim devemos cuidar do planeta, pois o excesso de indústrias, carros e outros, afetam a população e também espécies animais e vegetais. Luíza Coimbra 1°B ROCA.


Eu concordo em partes com o prof, Ricardo, a terra sofre com períodos de aquecimento e glaciação desde a sua origem. Porém o aquecimento tem se agravado sim, com o aumento da emissão de co2 e outros gases poluentes.Se o agravamento do efeito estufa não existisse qual seria o objetivo por exemplo de reuniões como Cop 15 , a Rio +20 para reduzir a emissão de gases poluentes , desenvolver energias renováveis e efetuar formas sustentáveis para proteger o planeta?Fernanda Rabelo 1b.


Apesar de fazerem sentido, acredito que a maior parte das ideias não são verdadeiras. Discordo do fato da camada de ozônio não existir, mas concordo que uma ação em uma única cidade não pode modificar o mundo inteiro. Iuri Magalhães 1° B ROCA.


Eu concordo plenamente cm algumas falas do prof.Ricardo. Augusto , nao existem dados oficiais que comprovem o efeito estufa , mais ele e mto rigido com a teoria dele . JoaoVictor 1c -ROCA.



O vídeo vencedor é...!




A Taylor Swift não sai das paradas de sucesso lá fora ou aqui no Brasil. Muito bom!

quarta-feira, 16 de maio de 2012


Abelhas
Na sociedade da colmeia há rainha, operárias e zangões

As abelhas são insetos sociais. Os indivíduos que vivem nas colmeias se dividem em três castas: rainhaoperárias e zangões.

        Quando pensamos em rainhas, pensamos em alguém com muito poder, que diz a todo mundo o tempo todo o que fazer, certo? Bem, isso não acontece com as abelhas. Na sociedade das abelhas não há um posto central de comando. O poder é disseminado através da colmeia e as decisões diárias são tomadas consensualmente através de estímulos químicos, visuais, auditivos e táteis.
          A incrível cooperação observada entre as abelhas de uma colmeia é explicada pelo compartilhamento de 75% de seus genes. Para você ter uma ideia, na espécie humana, irmãos de uma mesma família compartilham 50% de seus genes.
      A maioria das abelhas de uma colmeia é formada por fêmeas: 1 rainha e cerca de 5.000 a 100.000 operárias. Os machos - os zangões - são encontrados em um numero máximo de 400 indivíduos.

A rainha

      As funções exercidas pela rainha são a postura de ovos e a manutenção da ordem social na colmeia. Segundo o especialista da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, Gene E. Robinson, "apesar de a rainha não dizer a todos o que fazer, ela faz as coisas funcionarem, apenas por estar presente".
      Na verdade, a rainha atinge seu objetivo de manter a ordem social através da liberação de substâncias químicas chamadas feromônios. Essas substâncias informam os outros membros da colmeia de que existe uma rainha presente e em atividade, além de inibirem a produção de outras rainhas.
     A rainha é quase duas vezes maior do que as operárias e é a única fêmea fértil da colmeia, com um sistema reprodutivo bastante desenvolvido. Ela coloca cerca de 2.500 ovos por dia! Os ovos fertilizados produzem operárias e rainhas. O que determina se o ovo formará uma rainha ou uma operária é o alimento oferecido à larva originada do próprio ovo.
    As larvas que se alimentam exclusivamente de geleia real se desenvolvem em rainhas. As que se alimentam de geleia de operária, contendo menos açúcar do que a geleia real, mais mel e pólen, transformam-se em operárias. Além da alimentação, o local onde é criada influencia o desenvolvimento da larva. Um alvéolo maior, chamado de realeira, é usado para o desenvolvimento da rainha. Ovos não fertilizados se desenvolvem em zangões.

Operárias e zangões


       As operárias realizam todo o trabalho para a manutenção da colmeia, desde a faxina até a defesa da colmeia. Elas limpam os alvéolos da colmeia e as abelhas recém-nascidas, coletam néctar e pólen das flores, cuidam da alimentação das larvas, produzem cera para produção dos favos, elaboram o mel através da desidratação do néctar, produzem a geleia real, defendem a colmeia dos inimigos.
      Os machos da colmeia têm como única função fecundar a rainha durante o voo nupcial. Eles são maiores e mais fortes do que as operárias e não possuem ferrão. Seus olhos, mais desenvolvidos do que os olhos das operárias, e suas antenas, com maior capacidade olfativa, os tornam mais eficientes na localização das rainhas durante o voo nupcial.
        Se você está pensando que vida boa têm esses zangões, pois não precisam trabalhar mesmo sendo mais fortes e maiores, não fazem nada na colmeia a não ser fecundar a rainha, espere até ler isso: durante o acasalamento, o órgão genital do zangão fica preso no corpo da rainha e ele acaba morrendo!!

Comunicação entre as abelhas

    As abelhas se comunicam através de toques, movimentos, sons e cheiros. Por exemplo, quando uma abelha quer informar às suas companheiras de colmeia sobre uma fonte rica em néctar ou pólen encontrada nas proximidades da colmeia, ela inicia uma dança circular.
    Esse tipo de dança indica que a fonte de alimento encontra-se próxima, a menos de 100 metros da colmeia, mas não indica qual direção a tomar. No entanto, o cheiro específico do pólen grudado no corpo da abelha que dançou para suas companheiras as informa sobre a planta visitada. Assim, elas podem procurar pela planta perto da colmeia.
     Já quando a fonte de alimento encontra-se a mais de 100 metros de distância da colmeia, as abelhas utilizam-se de outro tipo de dança, a "dança do requebrado". Isso mesmo, a abelha requebra para informar a direção e a distância entre a colmeia e a fonte de alimento. A distância é ensinada pela abelha dançarina através do número de vibrações (requebrados) realizadas e pela intensidade do som emitido durante a dança. Quanto menor a distância entre a colmeia e a fonte, maior o numero de vibrações. A direção é informada pela relação da posição da dançarina com a posição do sol.

As abelhas endêmicas do Brasil não possuem ferrão.
Veja mais fotos enviadas pela aluna Silvana do 2o ano EJA Pedro Magalhães em http://meubioblog.blogspot.com.br/p/imagens.html.

Obs.: as palavras colmeia, geleia e ideia perderam seus acentos por serem paroxítonas com ditongos ditongos abertos.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Cargo de "Rainha" não é mais vitalício


As "velhas abelhas rainhas" estão sendo substituídas por "jovens rainhas" para melhorar a produção de mel.

O sucesso de uma boa produção de mel está na troca periódica da abelha-rainha. A prática evita que o apiário tenha queda no rendimento. Em Pindamonhangaba , São Paulo, a Agência Paulista de Agronegócio é responsável por abastecer todo o Brasil de rainhas criadas em laboratório.
Há oito anos, o criador Luiz Ramos, de Pindamonhangaba, São Paulo, descobriu como aumentar a produção de mel nas colmeias. O segredo está na idade da abelha rainha. “Tem rainha que quando está muito velha não produz nada. E com uma rainha nova, ela produz de 25 a 30 quilos de mel cada colmeia. A diferença é boa”, avalia.

Veja como ocorre a produção das rainhas



A troca da abelha rainha deve ser feita, em média, a cada dois anos. A prática simples pode causar um aumento na produção de mel de até 60% por colmeia.
Na colmeia de recria as abelhas formam os casulos, chamados de realeira, de onde saem as rainhas virgens. Em seguida, elas são levadas para outra colmeia, onde são fecundadas. A próxima etapa é deixar as abelhas em uma estufa até ficarem prontas para a venda. Cada abelha rainha fecundada custa R$ 15.
Para manter a produtividade do enxame, o criador compra abelhas rainhas jovens, de até 15 dias, e já fecundadas na APTA, Agência Paulista de Tecnologia em Agronegócios. O centro de Pindamonhangaba é o único órgão público do Brasil que produz o inseto artificialmente e produtores de qualquer parte do país podem encomendar as abelhas, que são enviadas dentro de caixinhas por Correio.
Ainda bem que na natureza esse preconceito com as "velhas rainhas" ainda não existe! 

Fonte: Globo repórter